PAZ! QUE PAZ?

  • 27/04/2016
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PAZ! QUE PAZ?

Muito esperamos, pouco produzimos sobre este assunto. E, nos dias atuais, nos comportamos mais bélicos que antes; justamente num momento em que a tecnologia tanto os favorece, vários direitos foram adquiridos; instituições internacionais mobilizam-se em prol do clima e da natureza, da economia e do intercâmbio e, ainda assim, seguimos armados, temerários e, o pior, agressivos.

É preciso levar em conta que, não obstante motivos surjam para nos despertar a ira, é a nossa decisão pessoal que nos faz apertar o botão que aciona a bomba destruidora. É necessário, portanto, a pacificação interior! Não se trata de covardia ou casuísmo, antes sim, de elevação moral e favorecimento da paz onde quer que nos encontremos.

Quando lemos o registro de Mateus, em seu capítulo cinco, versículo cinco, de que recomendou Jesus que fôssemos brandos porque possuiríamos a Terra, quis o Mestre dizer-nos que granjearíamos amigos e territórios inteiros se agíssemos com amor e caridade. No mesmo capítulo, já no versículo nove, Levi afirma que Jesus garantiu serem chamados de filhos de Deus os que fôssemos pacíficos, querendo dizer que o Pai é todo amor e quem age fora deste diapasão distancia-se dele, não permitindo-se sequer, ser reconhecido como tal, muito embora, jamais deixemos de ser filhos.

“A paz do mundo começa em mim!”, cantou-nos o poeta. Então não há porque aguardarmos que governantes desarmem seus exércitos, que deixem de declarar guerras entre nações, enquanto nós não desarmarmos nosso íntimo enfrentando, ferozmente, o orgulho e o egoísmo que ainda nos arrebata. Temos exemplos inúmeros na história da humanidade orientando-nos à pacificação não acolhendo a agressividade do outro, não sendo agressivo, dando para receber (amor, perdão, indulgência, etc…), não despertando a ira nos outros, não dando repercussão àquilo que é mal e etc…., mas, de nossa parte, o que temos feito de concreto sobre isso? Temos desculpado simples ofensas? Temos nos redimido em equívocos praticados contra o outro? Temos nos precavido dos insultos não dando margem para eles? Temos nos policiado de ofender? A recomendação de Jesus segue sendo precioso farol: “orai e vigiai para não serdes pego em tentação” (Mateus 26:41).

Na hora extrema em que nos encontramos, faz-se imprescindível profunda reflexão sobre este assunto e, imediata tomada de decisão, a bem de nossa saúde, dos que nos rodeiam da casa Terra que nos gera preciosa oportunidade de evolução. A hora é agora!

Por Samuel Aguiar.

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Joseane maria Vasconcelos Rocha

21/08/2018

Bom

Niara

13/09/2018

Esclarecedor

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